domingo, 30 de dezembro de 2012

Sorteio - PS Eu te Amo

Foto por portal.julund.com.br
Vou começar o sorteio do kit de PS Eu te Amo!
Mais uma vez, todas as regras estão no Raffle...
Começa hoje e termina dia 30/01..

And may the odds be ever in your favor!



a Rafflecopter giveaway

Resenha - PS Eu te Amo

Gerry e Holly eram namorados de infância e ficariam juntos para sempre, até que o inimaginável acontece e Gerry morre, deixando-a devastada. Conforme seu aniversário de 30 anos se aproxima, Holly descobre um pacote de cartas nas quais Gerry, gentilmente, a guia em sua nova vida sem ele. Com ajuda de seus amigos e de sua família barulhenta e carinhosa, Holly consegue rir, chorar, cantar, dançar e ser mais corajosa do que nunca.







Holly perdeu seu marido muito cedo. Mesmo com todas as brigas do casal, eles realmente se amavam, e o perder acabou com ela.
Depois de dias sem sair de casa, noites mal dormidas, ficar desidratada de tanto chorar, ela acha um pacote com cartas escritas por Gerry, para serem abertas após sua morte.
Holly não poderia ter ficado mais feliz. Logo ela descobre que tem uma carta para cada mês, e ela pode abrir somente no primeiro dia do mês. Nessas cartas ela encontra tarefas que a farão reconstruir sua vida e continuar sem Gerry.

Eu resolvi ver o filme somente depois de ler o livro, e não me arrependi. A história não é só um romance, é uma lição de vida. Como continuar sua vida quando uma pessoa muito amada é tirada de nós, seguir em frente não importa o que aconteça.

Pelas cartas, Gerry guia Holly para um nova vida sem ele, e por caminhos muitas vezes hilários! Ri muito com esse livro. Cecelia conseguiu unir um romance um tanto depressivo com um grande toque de comédia, o que é muito bom. Se o livro fosse somente aquela choradeira toda, eu acho que não conseguiria ler. Mas a comédia no lugar certo deu um toque diferente ao livro.

Comparando com o filme

O filme, é claro, é uma versão mais enxuta do livro. Muitas partes que eu queria ter visto foram simplesmente tiradas, como também personagens. Claro, transformar 350 páginas em um filme não é uma tarefa muito fácil, mas não gostei muito do tanto de mudanças que fizeram.
A começar pelo Daniel. No livro eles são muito amigos, eles flertam as vezes, mas ele é o ombro onde ela encontrou apoio, alguém que entendia ela. No filme Daniel é um babaca! Não tenho mais o que falar dele, o cara é um idiota, e essa química deles não existe. Eles até falam que serão amigos para sempre em uma cena, mas não vi amizade em nenhuma cena. Elas erraram aí.

Mas, enfim, o livro é muito bom! Altamente recomendado para quem quer um romance dramático com muita comédia e uma grande lição de vida...


Narração: 5/5 -  Narrado em terceira pessoa. 
Descrição: 5/5 - Lugares e pessoas muito bem descritos.
Revisão: 5/5 - Não achei erros.
Diagramação: 5/5 - Normal.
Capa: 5/5 -  Até que gostei da capa, mas preferia se fosse do filme.



quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Sorteio - Despertada




Hey! Em parceria com a Lia Shop vou sortear o livro Despertada!
                               

                           Regras:

                          - Seguir no Twitter: @Livrosbonsnovos e @LiaShop
                          - Tweetar a frase:
Sigo @Livrosbonsnovos e @LiaShop e concorro ao livro "Despertada"! http://kingo.to/1e5A

Promoção encerra dia 20/12!

domingo, 9 de dezembro de 2012

Sorteio - Lola e o Garoto da Casa ao Lado



Vou começar o sorteio do livro Lola e o Garoto da Casa ao Lado + Mechas Coloridas para colocar no cabelo!

As regras estão todas no Raffle. 
Começa hoje e termina dia 09/01/2013.




a Rafflecopter giveaway

Resenha - Lola e o Garoto da Casa ao Lado

A designer-revelação Lola Nolan não acredita em moda… ela acredita em trajes. Quanto mais expressiva for a roupa — mais brilhante, mais divertida, mais selvagem — melhor. Mas apesar de o estilo de Lola ser ultrajante, ela é uma filha e amiga dedicada com grandes planos para o futuro. E tudo está muito perfeito (até mesmo com seu namorado roqueiro gostoso) até os gêmeos Bell, Calliope e Cricket, voltarem ao seu bairro. Quando Cricket — um inventor habilidoso — sai da sombra de sua irmã gêmea e volta para a vida de Lola, ela finalmente precisa conciliar uma vida de sentimentos pelo garoto da porta ao lado.

Lola é uma garota não gosta de coisas normais. Roupa para ela é uma coisa que se deve pensar 50 vezes antes de vestir, e sempre inovar. Misturar peças, acessórios, perucas... Quanto mais louco melhor!

Ela namora Max, um cara de 22 anos, alguns anos mais velho que ela,  que toca em uma banda, é tatuado, fuma, e todos esse atributos.

Porém, os seus ex-vizinhos voltam para a casa ao lado, para acabar com o sossego dela. Os irmãos Calliope e Cricket Bell, foram parte da infância e adolescência de Lola. Uma parte que ela queria esquecer. Ela era amiga de Calliope, porém ela virou uma ginasta de sucesso e não quis mais conversar com Lola. E ela foi apaixonada por Cricket (na verdade, ainda era apaixonada) e queria esquecer com todas suas forças.

Cricket e Lola começam a ficar mais próximos... Até que ele se declara para ela. Foi algo totalmente inesperado, mas não que ela não tenha gostado. Mas... Lola já tem um namorado, e faz de tudo para que seus pais o aceitem.. Agora a vida dela vai virar de cabeça para baixo.




Lola e o Garoto da Casa ao Lado é um ótimo livro! Entrou para a lista dos favoritos.
O livro me prendeu tanto que li em um dia.. Li na escola, em casa, andando... Sim, eu disse que li andando. 
Achei interessante ela ter dois pais... Dois pais homens... Quando li essa parta, reli porque achei que fosse algum erro, mas não. É MUITO raro um livro com um casal assim, mas achei bem diferente e interessante! Os dois são uma comédia.

O livro é muito bom e recomendo a todos.
Ele é uma mistura de romance com comédia, e vai agradar a grande maioria.
O que gostei foi das roupas loucas que a Lola usa. Ela já se vestiu de morango, usou vestido feito de toalha de mesa, peruca colorida, Maria Antonieta, e etc.
Vale a pena.




domingo, 2 de dezembro de 2012

Resenha - Ecos da Morte

Violet Ambrose tem dois problemas – o dom mórbido e secreto que carrega desde a infância e Jay Heaton, seu melhor amigo, por quem está apaixonada. Aos dezesseis anos e confusa com os novos sentimentos em relação a Jay, ela começa a ficar cada vez mais incomodada com sua estranha habilidade – Violet encontra cadáveres. Desde pequena ela percebe os ecos que os mortos deixam neste mundo. Ruídos, cores, cheiros. Mas não todos, apenas os das vítimas de assassinato. Para ela, isso nunca foi um grande talento. Na maioria das vezes, tudo o que encontrava eram pássaros mortos, deixados para trás pelo gato da família. Mas, agora que um serial killer está aterrorizando a pequena cidade onde mora e os ecos das garotas assassinadas a perseguem dia e noite, Violet se dá conta de que talvez seja a única pessoa capaz de detê-lo. Em pouco tempo ela estará no rastro do assassino. E ele, no dela.


Violet Ambrose sente quando uma pessoa cometeu um assassinato. Sendo ele de um animal ou uma pessoa, ela consegue sentir. Como um gosto estranho, uma cor envolta da pessoa, uma sensação, um som... E o ser assassinado também carrega essa mesma marca do assassino.

Seu melhor amigo, Jay, já sabe de seus dons desde que eram pequenos. Praticamente, um não vive sem o outro, são os melhores amigos desde a infâcia, porém Violet se apaixona por ele. Nas férias, ele muda, fica mais adulto, e ela começa a ver coisas que ela não via antes e se apaixona.
Ela não foi a única a perceber as mudanças, pois todas as garotas da escola ficam envolta dele, fazendo com que ela morra de ciumes por dentro.
Ela tem medo de contar tudo e acabar estragando a amizade deles.

Quando Violet tinha 8 anos ela achou o corpo de uma garota, enterrado no bosque perto de onde morava. Ela sempre achava animais mortos, isso não era anormal para seus pais, nem para ela, porém achar o corpo foi algo muito diferente. Anos depois, na mesma época em que ela se apaixona por Jay, ela acha o corpo de uma garota no lago, e começa a perseguição a um assassino em série.

Todas as garotas da cidade ficam apavoradas e temem que algo aconteça com elaa. E ainda assim, continuam a sumir garotas. E somente Violet, com seu dom, pode achar esse assassino.



Ecos da Morte me prendeu do começo ao fim. Eu simplesmente não conseguia parar de ler até saber o que acontecia em seguida, e me esforçava para parar de ler. Pessoas tem que dormir, certo? (haha).
Lia de manhã, de tarde, de noite, na escola. Tanto que terminei ele na escola, no meio de uma aula de recuperação que eu não precisava assistir.

O livro é narrado em terceira pessoa, e alguns capítulos são narrados pelo assassino.
Sobre o assassino, eu muitas vezes, pensei que fosse alguem perto de Violet, que ela tivesse algum contato. Porém não. Ela viu o assassino, e era ele. Eles não se conheciam. Claro que ela teria descoberto caso o assassino fosse alguém proximo, ela iria sentir.

O fato de ela ter achado o assassino um tanto rápido, não afetou o tanto que eu gostei desse livro. As cenas de perseguição são demais. Você fica com uma expectativa louca, e é dificil demais parar de ler.

Narração: 5/5 -  Narrado em terceira pessoa. Alguns capítulos são narrados pela visão do assassino. As cenas de perseguição são ótimas.
Descrição: 5/5 - Os lugares e sensações de Violet são muito bem narrados. Só faltou um pouco a descrição física.
Revisão: 5/5 - Não achei erros.

Diagramação: 5/5 - Normal.
Capa: 5/5 -  Muito bonita. A flor na capa parece mesmo uma flor quando você passa a mão.



terça-feira, 20 de novembro de 2012

Resenha - Uma Segunda Chance


Quando a vida tira tudo o que você tem, a salvação pode estar onde menos se espera. Adam March teve uma infância sofrida. Abandonado pelo pai e pela irmã antes de completar 6 anos, ele cresceu sozinho e, com muito esforço, construiu uma brilhante trajetória pessoal e profissional. Aos 46 anos, era um empresário rico, bem-sucedido e com planos ambiciosos. Um dia, porém, seu passado volta para assombrá-lo de forma inesperada. Sua assistente, Sophie, lhe deixa um bilhete: Sua irmã ligou. Três palavras simples mas capazes de tirá-lo do sério e provocar um colapso nervoso. Descontrolado, Adam agride Sophie e esse gesto impensado o faz perder tudo o que conquistara com tanto esforço – a carreira promissora, o casamento estável, o respeito nos círculos sociais. Agora, morando sozinho num bairro pobre, entregue à solidão e ao álcool, Adam passa os dias servindo comida em um abrigo para os sem-teto. Sua nova realidade o leva a refletir sobre as escolhas que fez e o preço que teve de pagar por se transformar num homem arrogante e preconceituoso. É nessas circunstâncias que conhece Chance, um cão de briga que, assim como Adam, fora endurecido pela vida. Cansado de ter que lutar na arena para receber comida, o pit bull consegue escapar e, pela primeira vez, se vê livre. Quis o destino que essas duas criaturas perdidas se encontrassem. Juntos, Adam e Chance vão descobrir o poder da confiança, da amizade e do amor. Por meio da improvável relação que nasce entre eles, ambos recebem uma segunda chance. O cão tem a oportunidade de continuar vivo e Adam, de recuperar sua humanidade. Uma segunda chance fala de perdas e fracassos, de perdão e redenção. Susan Wilson aborda de forma leve e divertida nossa necessidade intrínseca de dar e receber amor.




“Descansa os cotovelos no balcão. Vários potes de vidro estavam ali para receber doações: salve os galgos, salve os pôneis, salve os animais com pedigree. Salve este, salve aquele, salve a mim.” 
Adam é um homem que se tornou frio pela infância sofrida que teve. Acredita que o vazio que sente será preenchido pelo sucesso profissional e por anos foi isso mesmo que acontecera. Um dia, por causa de um surto nervoso, vê a vida perfeita, que suara para conseguir, ruir bem diante de seus olhos.
Perde tudo e acaba isolado da sociedade que pertencera por anos e que tanto batalhara para que isso acontecesse.
A vida o leva a Chance, pit Bull, cão de briga que tudo que conhece é o medo. Muito esperto, sabe exatamente o que fazer para que o temam ou sintam pena.

Uma Segunda Chance é, em uma palavra, emocionante. A ideia de um cão ser o personagem-narrador parece absurda, mas logo você se vê roendo as unhas e desejando aflitamente pela próxima vez em que Chance aparece narrando suas aventuras. Se engana quem pensa que é algo infantil ou sem sentido. Muito pelo contrário, a autora descreve com tal realidade a vida de um cão de briga que você não sabe se sai correndo para salvá-los ou deseja nunca encontrá-los.
Em todas as sinopses, nos é mostrado Adam como um frio homem de negócios, porém, eu não consegui vê-lo assim. Para mim, é apenas um homem que quis – e conseguiu! – dar a volta por cima e ir contra a tudo que era predito por todos que o criaram. Um homem traumatizado. Em muitas cenas, consegui vê-lo como o menino abandonado e frágil que era.

Tudo que ele sempre quis foi uma família.
Enquanto tudo que Chance sempre quis foi liberdade.
Adorei como a história foi escrita, cada personagem ganhando força a cada página, assim como as pessoas ganhavam força – e importância – nas vidas de Adam e Chance e como cada um acabou cedendo ao outro depois de muita indiferença e aquele sentido de dever que a gente tem para com um animal de estimação. Quando percebemos, já é amor.

“Você acha que é fácil transferir afeto? Você acha que poderia amar uma criança estranha que lhe fosse entregue para substituir seu filho? Será que você faz a mínima ideia do que seja amar alguém ou alguma coisa? Meu cachorro é meu amigo, companheiro, minha proteção nas ruas. Não amei bastante a minha família nem a mim mesmo, mas amo Benny”

Além da relação cachorro-humano, nos é mostrado um tipo de relação que a gente acaba esquecendo durante nosso dia-a-dia: a relação humano-humano, sem rótulos, sem se importar com condição financeira, status ou tribo. Adam deixa de ver os sem-teto como objeto da paisagem ou nojentos-que-passam-doenças-e-são-doidos e passa a vê-los como pessoas exatamente como ele: todos só querem um lugar no mundo. Quando vi que ele começou a se importar com um dos sem-teto, senti uma queimaçãosinha no coração, algo como orgulho, de ver que ele finalmente estava se desfazendo de toda aquela bobagem que a sociedade joga nas pessoas, a coisa de padrão de beleza e riqueza. Ele estava sendo apenas um humano afinal.
Não consegui suportar a filha de Adam, Ariel, senti vontade de sacudi-la e fazê-la perceber o quanto seu pai estava tentando ser alguém melhor, principalmente quando percebeu que lhe comprando coisas não estava comprando também sua felicidade ou amor.
Outra coisa que não engoli, não quero dizer que fiquei decepcionada, foi com o fim de Sophie, irmã de Adam. Não é que tenha sido desnecessário, não. Foi muitíssimo importante para o crescimento dele como pessoa, mas aaaah...  Não adianta, gosto de finais felizes.

Enfim, Uma Segunda Chance foi devorado em poucas horas na minha agonia em saber onde estava Chance, o que estava acontecendo com ele, quando iria se encontrar com Adam, quando o dinheiro de Adam iria acabar, cadê Sophie? Ela ligou mesmo? Será que ele vai surtar de novo? O que aconteceu com Jupe? Será que entre Adam e Gina terá algum romance?

Um bom livro que daria um bom filme que faria muita gente chorar enquanto sorri.


Por: Márcia Luisa Bastilho
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...