quarta-feira, 27 de março de 2013

Resenha - Violetas de Março

Emily Taylor é uma mulher jovem e escritora de sucesso, mas não gosta muito de seu próprio livro. Também tem um casamento que parece ideal, no entanto ele acabará em divórcio.Sentindo que sua vida perdeu o propósito, Emily decide fazer as malas e passar um tempo em Bainbridge — a ilha onde morou quando menina — para tentar se reorganizar.Enquanto busca esquecer o ex-marido e, ao mesmo tempo, arrumar material para um novo — e mais verdadeiro — livro, um antigo colega de escola e o namorado proibido da adolescência tornam-se seus companheiros frequentes. Entretanto, o melhor parceiro de Emily será um diário da década de 1940, encontrado no fundo de uma gaveta.
Com o diário em mãos, Emily sentirá o estranhamento e a comoção causados pela leitura de uma biografia misteriosa que envolve antigos habitantes da ilha e que tem muito a ver com sua própria história.
Assim como as violetas que desabrocham fora de estação para mostrar que tudo é possível, a vida de Emily Taylor poderá tomar um rumo improvável e cheio de possibilidades.

Este livro conta a decisão de uma mulher jovem que, ao ser deixada por seu marido, resolve voltar a ilha onde passava as férias na infância. Retorna a casa da tia, e ao abrir a gaveta da comoda do quarto  que estava, encontra um diário antigo dos anos 40. Escritora de sucesso, não resiste e começa a le-lo. Toda a trama se passa com a escritora e a mulher do diário.

Os acontecimentos vão se entrelaçando de uma maneira tal que as vezes nos confundimos com as histórias. Ela encontra amigos de adolescência ali na ilha, e também velhas amigas de sua tia. Encontra um verdadeiro amor, que descobre ao voltar para sua cidade. Tem a oportunidade de resgatar decisões deixadas no passado, mistérios não resolvidos.




No meu parecer,o romance é envolvente , poético de uma delicadeza floral, e muito, muito envolvente. Comecei a le-lo e me prendeu tanto que o li em um dia. A autora escreve com muta clareza, conseguindo que me transportasse ao cenário da historia, podendo sentir o clima, o som do mar, etc.

Vivi por um dia, num pais que talvez não venha a conhecer pessoalmente. 
Recomendo a todos que gostem de se deliciarem com uma boa leitura, digna de boas emoções.


                                                                                                         Resenha por Dinei Doneda

5 comentários:

Lucas Souza disse...

Espero poder ler ele em breve !!! Adoro romances que transmitem "emoção" pra quem lê!
Abç
descobrindolivros.blogspot.com.br/
Atualizado. Comenta lá XD

Dany disse...

Não imaginava que a história era tão envolvente assim. Achei que não era tão emocionante, mais gostei.
Agora espero lê-lo em breve, a capa é linda e a forma como a história foi escrita "poético de uma delicadeza floral", deva dá aquele ar de quero mais.
Beijos...

Hanna Farias disse...

Quando você olha esse livro você nem imagina uma história muito interessante mas, depois da sua resenha você percebi que não é assim, estou procurando livros diferentes, estou tão cansada de ler livros que falam das mesmas coisas, e sinto que esse livro tem uma história bem leve e envolvente.
Fiquei bem curiosa.
beijos

The time: me and the time / By: Leandro Ruiz disse...

Tempo de Páscoa

Páscoa é tempo de meditar, de buscar,
de agradecer, de plantar a paz.

Tempo de oração!

Tempo de abrir os braços, de abrir as mãos e de ser mais irmão.

Tempo de recomeçar!

Tempo de concessão, de compromisso, de salvação. Tempo de perdão.

Tempo de libertar, de libertação, de passagem, de passar...

Para onde? Para a luz, para o amor, para a vida que é eterna!

É tempo de ressurreição!


Feliz Páscoa!

Leandro Ruiz

The time: Me and the time

Jullyane Prado disse...

genteeeeeee eu to loukaaa pra ler esse livro. Já fizeram tanta resenha e propaganda dele, que se eu não não sei não einh. Gostei da sinopse, parece ser um livro marcante, daqueles que a gente ler umas 10 vezes e ainda quer o filme!! HAHHA

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