quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Sorteio - Saga Os Imortais


Hey! Sei que estou meio sumido por causa da faculdade e outras coisas mais, mas eu não vou deixar vocês na mão. Vamos agitar um poucos as coisas com um novo sorteio, e o melhor, não é apenas um livro, e sim a saga Os Imortais COMPLETA! Uma pessoa leva pra casa os seis livros da saga Os Imortais, que são: Para Sempre, Lua Azul, Terra das Sombras, Chama Negra, Estrela da Noite e Infinito.

Para participar basta usar o formulário do Rafflecopter abaixo, e aqui o tutorial de como usar pra quem não sabe. O sorteio começa hoje e termina no dia 05/01, deixando um bom tempo para participarem! Lembrando que podem tweetar a frase todos os dias, é só voltar aqui e clicar no botão "tweetar", postar a frase, copiar o link do tweet e colocar no formulário.


a Rafflecopter giveaway

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Resenha - O jeito que me olha


Depois de construir uma sólida carreira como detetive particular - especializado em casos de infidelidade -, Rafe Sullivan perdeu a fé nas relações humanas. As únicas histórias de amor verdadeiro que conhece são a dos seus pais e as dos seus primos, que Vivem na Califórnia. Quando Rafe precisa sair de Seattle para descansar e esfriar a cabeça, sua irmã, Mia, sugere uma temporada na cidadezinha onde a família costumava passar as férias de verão. No cenário de sua infância, Rafe reencontra Brooke Jansen, que, de garotinha doce e inocente, transformou-se em uma mulher de beleza incomum. Nenhum dos dois consegue ignorar o clima de sedução, e é Brooke quem toma a iniciativa: ela propõe a Rafe um caso de verão, sem amarras nem cobranças. Rafe luta para convencê-la de que eles devem continuar sendo apenas amigos... embora ele mesmo não esteja 100% convencido disso.


"Não era mais um desejo. Era uma necessidade." Essa frase resume incrivelmente todas as 270 maravilhosas páginas de "O jeito que me olha", editado pela Novo Conceito e escrito pela nossa querida Bella Andre, autora best-seller do The New York Times há uns bons e longos anos. Em seu 9º romance "de família", sendo igual aos antecessores independente, temos a história de mais um dos membros da família Sullivan, porém Rafe pertence ao clã de Seattle, sendo ele o primeiro privilegiado a conhecer o amor fora de São Francisco.

O livro narra o reencontro de Rafe, um bem-sucedido detetive particular, com Brook Jansen, sua velha amiga de infância com quem passava todo verão à beira do lago em que seus pais possuíam residência. Após ter se tornado um homem de negócios no ramo das investigações, Rafe compra de volta a propriedade que seus pais haviam perdido na sua infância e quando resolve passar uns dias organizando a casa descobre que sua nova vizinha é sua velha admiradora.

A "pequena Jansen" havia crescido e agora era uma bela mulher que, diante do Sullivan mais velho da família do lago, impressionava e causava muito desejo. O mesmo desejo que o antigo amigo sempre provocou nela. Com a vontade à flor da pele, nosso casal se envereda pelos caminhos da perdição e concorda em ter um relacionamento amigável que, contudo, lhes traga algum prazer a mais. Não é preciso ser muito inteligente pra imaginar que dessa brincadeira poderia e surgiria uma enorme paixão. E talvez mais do que isso.

A história de como esse novo casal é formado conta com uma narrativa leve e simples, fácil de entender e bem breve, ideal pra quem quer uma leitura que distraia e descanse. Maravilhosa do começo ao fim, prende a atenção e nos deixa na expectativa a cada página e apesar de a capa não ser tão convidativa, o conteúdo é muito bom mesmo. Vale à pena conferir!


quinta-feira, 13 de novembro de 2014

[MOVIE] - The Babadook


Após a trágica morte de seu marido, seis anos antes, Amelia nunca mais foi a mesma. Com a morte tendo acontecido no mesmo dia do nascimento de seu filho, Amelia não consegue ama-lo seu filho como deveria, chegando ao ponto de criar certa repulsa quando é abraçada por ele, afastando-o. Mesmo com tal dificuldade, ela faz de tudo por seu filho Sam, e quando ele começa a ficar descontrolado, ela não sabe o que fazer para ajuda-lo.
Quando diz que Sam pode escolher o livro que seria lido naquela noite, ele pega um livro de capa vermelha chamado The Babadook. Ela questiona de onde ele havia tirado aquele livro, e ele diz que tinha tirado da prateleira apenas, e mesmo com dúvidas, Amelia resolve lê-lo. Mesmo sendo um livro com figuras obscuras e levemente bizarro, Amelia continua a ler até que coisas muito mais assustadoras começam a aparecer no livro, assustando Sam.

Nos dias seguintes, Sam diz que fará de tudo para se livrar do Babadook e sua mãe diz que isso é apenas coisa de sua imaginação. Porém, certas coisas começam a acontecer na casa, fazendo com que Amelia questione se o monstro é real ou não.



Depois de esperar um bom tempo pelo filme, quando finalmente assisti não me arrependi por nenhum minuto! Com uma ótima fotografia e brilhantes atuações, The Babadook te prende do começo ao fim com um bom roteiro e um clima de suspense constante. Cheio de referências a Georges Méliès, um dos precursores do cinema, o filme segue uma linha diferente do cinema de terror contemporâneo e mostra que não é necessário assustar a platéia o tempo todo para entreter.

Devo ressaltar novamente a atuação dos envolvidos no filme, que foi absolutamente brilhante. Amelia (Essie Davis) que parece, no começo do filme, uma personagem insegura e descrente, no final do filme consegue dar uma virada sensacional e provoca uma quebra de expectativa brilhante. Seguindo uma linha de insegurança por logo de quase todo o longa, quando certas coisas acontecem com ela (que não direi por ser spoiler) a atriz se mostra totalmente capaz de mudar drasticamente o comportamento de sua personagem de uma maneira incrível, mostrando que ela sabe sim atuar, diferente do que parece no começo do filme, quando ela fica com a mesma expressão o tempo todo.A atuação de Sam (Noah Wiseman) também não deixa a desejar, e mesmo sendo apenas uma criança, ele mostra que leva jeito para a coisa e que tende a ter sucesso no ramo.

Com um bom roteiro e um final chocante, The Babadook te prende do começo ao fim com seu modo diferenciado e não deixa a desejar aos reais fãs do terror. Já quem espera se deparar com sustos de cinco em cinco minutos ficará decepcionado e não gostará tanto quanto eu. Porém aos aficionados ao gênero, afirmo: assistam, não vão se arrepender.




quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Resenha - Ligeiramente Casados

Como todos os Bedwyn, Aidan tem a reputação de ser arrogante. Mas este nobre orgulhoso tem também um coração leal e apaixonado - e é a sua lealdade que o leva a Ringwood Manor, onde pretende honrar o último pedido de um colega de armas. Aidan prometeu confortar e proteger a irmã do soldado falecido, mas nunca pensou deparar com uma mulher como Eve Morris. Ela é teimosa e ferozmente independente e não quer a sua proteção. O que, inesperadamente, desperta nele sentimentos há muito reprimidos. A sua oportunidade de os pôr em prática surge quando um parente cruel ameaça expulsar Eve de sua própria casa. Aidan faz-lhe então uma proposta irrecusável: o casamento, que é a única hipótese de salvar o lar da família. A jovem concorda com o plano. E agora, enquanto toda a alta sociedade londrina observa a nova Lady Aidan Bedwyn, o inesperado acontece: com um toque mais ousado, um abraço mais escaldante, uma troca de olhares mais intensa, o "casamento de conveniência" de Aidan e Eve está prestes a transformar-se em algo ligeiramente diferente... 

Desta vez Mary Balogh nos surpreendeu mais do que nunca. Após ter conquistado o pódio na lista de mais vendidos do The New York Times e permanecer sendo premiada por quase 30 anos com os prêmios de melhor autora na categoria Período da Regência, a nossa Majestade da literatura romântica de época europeia lança, no Brasil, em parceria com a ilustríssima Arqueiro mais um sucesso com mais de 4 milhões de vendas. Exatamente! Mais de 4 milhões. Querem notícia melhor? Ótimo: Ligeiramente Casados é o primeiro livro de uma série que contará com seis volumes, cada um contando a história de um dos Bedwyns.

No primeiro volume, Mary retrata a vida de um casal unido por conveniência: Lorde Aidan Bedwyn, coronel durão de uma tropa inglesa, é "obrigado" por sua honra a se casar com Eve Morris, filha de um ex mineiro galês que se casou com uma herdeira inglesa e passou a ser parte da aristocracia local. Isso tudo acontece porque o único irmão de Eve, o capitão Percival, morre em combate e pede ao coronel um último favor, que ele lhe devia por ter sido salvo durante uma outra batalha, favor que consistia em nada menos do que proteger sua irmã "custe o que custar". Como homem honrado que era, Aindan, ainda que contra a sua vontade, se casa com Eve para garantir que ela não perca sua propriedade e não desampare seus protegidos.

A questão maior é que o casamento que era pra ser um fato unicamente conveniente e um segredo absolutamente bem guardado chega ao conhecimento público e então Eve precisa se apresentar à Rainha como Lady Bedwyn e fazer as honras como nova integrante da família. Ao longo do tempo que a nova nobre passa com seu marido muitas coisas acontecem, ela sofre todo o preconceito por ser galesa, por não ter sangue nobre, por não ter sido criada exatamente como as outras "ladies", além de se reencontrar seu ex amor que estava há muito tempo desaparecido. Porém nem todas essas situações e nem mesmo o jeito carrancudo de Aindan seriam capazes de frear todo o sentimento que estava por surgir...

Essa obra maravilhosa foi escrita de uma maneira a encantar e prender o leitor e traduzida de uma forma clara e leve, toda planejada para nos deixar cada vez mais apaixonados pela narrativa, pelo contexto, pelos lugares, pelas temporadas londrinas e por tudo que só quem ama o Romance de Época sabe que há nesse tipo de texto. Não só recomendo a leitura como também parabenizo àqueles que leram antes mesmo da divulgação da resenha. Espero
que abril chegue logo para que possamos nos apaixonar mais uma vez por Mary com Ligeiramente Maliciosos.


quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Resenha - Os Três


Quinta-Feira Negra. O dia que nunca será esquecido. O dia em que quatro aviões caem, quase no mesmo instante, em quatro pontos diferentes do mundo. Há apenas quatro sobreviventes. Três são crianças. Elas emergem dos destroços aparentemente ilesas, mas sofreram uma transformação. A quarta pessoa é Pamela May Donald, que só vive tempo suficiente para deixar um alerta em seu celular: Eles estão aqui. O menino. O menino, vigiem o menino, vigiem as pessoas mortas, ah, meu Deus, elas são tantas... Estão vindo me pegar agora. Vamos todos embora logo. Todos nós. Pastor Len, avise a eles que o menino, não é para ele... Essa mensagem irá mudar completamente o mundo. 




Após Pamela May Donald ter deixado uma mensagem um tanto quanto peculiar em seu celular sobre os sobreviventes dos quatro acidentes aeronáuticos que ocorreram simultaneamente em quatro continentes distintos do planeta passa também a fazer parte da contagem de corpos empilhados para o reconhecimento de falecidos provenientes da fatalidade. A moça, que tentou apenas alertar para os perigos que seguiriam as tragédias, não sobreviveu para contar, de fato, o que sabia a respeito dos Três. A tríade infantil que supreendentemente saiu ilesa de seus respectivos aviões e que teve a vida revirada de cima a baixo, comentada, especulada e sondada por toda a mídia mundial.

O suspense de Sarah Lotz, editado e publicado pela nossa queridinha, a Arqueiro, conta com 391 páginas de puro envolvimento e tensão. É aquele típico livro que demora um pouco até te fisgar mas que não te deixa escapar depois de ter apreendido. Até eu que não sou a maior fã de narrativas desse tipo me encontrei como uma devoradora de páginas após ter sacado a pegada do livro (ou pelo menos achado que sim). Isso porque a autora nos leva a enumerar diversas hipóteses sobre o caso das crianças sobreviventes, apresenta várias vertentes de possibilidades e no fim, quebra as expectativas de uma forma única e sensacional.

A trama se desenvolve em torno das pesquisas relacionadas ao caso das quedas dos aviões e retrata de maneira crítica questões como fanatismo religioso, abuso de poder econômico e político, invasão midiática e teorias conspiratórias sem jamais deixar de lado o quê de sobrenaturalidade típico da leitura. Dentro do livro existe um "outro livro" que é apresentado como sendo um apanhado de informações relevantes das quais Elspeth Martins (a escritora fictícia) tomou nota para tentar descobrir ou desvendar o que está por trás de todo esse fenômeno.

Eu poderia me demorar mais detalhando os pormenores da história porém as informações são todas extremamente emaranhadas umas nas outras e eu acabaria revelando a parte mais fantástica disso tudo, então deixarei apenas minha recomendação de que não percam tempo e corram para as livrarias à procura de um exemplar desse livro-funde-cérebro. Boa leitura!




domingo, 12 de outubro de 2014

Resenha - A Filha do Louco

Juliet Moreau construiu sua vida em Londres trabalhando como arrumadeira - e tentando se esquecer do escândalo que arruinou sua reputação e a de sua mãe, afinal ninguém conseguira provar que seu pai, o Dr. Moreau, fora realmente o autor daquelas sinistras experiências envolvendo seres humanos e animais. De qualquer forma, seu pai e sua mãe estavam mortos agora, portanto, os boatos e as intrigas da sociedade londrina não poderiam mais afetá- la... Mas, então, ela descobre que o Dr. Moreau continua vivo, exilado em uma remota ilha tropical e, provavelmente, fazendo suas trágicas experiências. Acompanhada por Montgomery, o belo e jovem assistente do cirurgião, e Edward, um enigmático náufrago, Juliet viaja até a ilha para descobrir até onde são verdadeiras as acusações que apontam para sua família.


"A Ilha do Dr. Moreau", livro aterrorizante e perverso de H.G.Wells lançado originalmente em 1896, foi nada menos do que a inspiração para a criação da obra literária que trago pra vocês. Tendo o mesma clima tenso e de suspense do livro de Wells e sendo ao mesmo nível psicodélico, "A Filha do Louco" (de Megan Shepherd, através da editora Novo Conceito) retrata experiências inimagináveis e desumanas a partir da ideia da produção, sim, eu disse produção, de uma nova raça. É claro que não é apenas disso que a trama diz respeito, ela trata da Londres de 1800, seus costumes e sua cultura, trata da vida da jovem aristocrata que perdeu os pais e precisou, em virtude disto, se tornar faxineira de uma famosa faculdade londrina.

Tratemos então da nossa protagonista. Filha de um médico cirurgião famoso e bem sucedido em Londres, a querida Juliet se vê só no mundo após seu pai ter sido exilado (e tido como morto) por conta de ser acusado de fazer experiências envolvendo humanos e sua mãe ser morta vítima de uma doença fatal. Acreditando que seu pai esteja vivo, a menina de apenas 16 anos decide ir atrás dele, que até então tem se escondido em uma ilha. Após o reencontro com o filho de uma de suas antigas criadas,o igualmente jovem e belo Montgomery, Juli descobre o paradeiro do tão polêmico Dr. Moreau e parte com o seu amigo de infância em busca daquele que ainda considera sua família.

Ao longo da viagem até a ilha a moça passa a desenvolver um ligeiro interesse pelo rapaz, que ainda que apaixonado por ela, tem o cuidado de não ceder à sua paixão em nome da honra e respeito da família. Durante a viagem o casal tem contato com um naufrago que resgatam piedade e que, é claro, também se apaixona por Juliet após ela ter se dedicado em curar suas feridas advindas dos dias à deriva no mar. Formado nosso romance e nosso triângulo, o trio aporta na ilha e acontece o reencontro de pai e filha.

Durante a estadia da herdeira do Dr. Moreau no que ela chama de "novo lar", a pobre menina se depara a cada dia com aberrações supostamente naturais que aguçam sua curiosidade e seu lado mais obscuro. Em busca de resposta, Juliet passa seus dias desvendando os mistérios do lugar habitado e nos convida a participar de sua investigação.

Só tenho a dizer que fiquei realmente impressionada com a ideia desenvolvida, com o modo como a autora trata a questão do bem e do mal internalizados em cada ser humano e principalmente com o desfecho. É uma narrativa alucinante, que prende, que estimula, que pede mais do leitor a cada instante e que sem dúvidas me deixou de queixo caído. Recomendo sem perguntar a quem!


sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Resenha - Amada Imortal

Primeiro livro de bem-sucedida trilogia, mistura fantasia sobre imortais a uma história moderna de jovem em busca de si mesma e de redenção. Questões de identidade e moralidade aparecem na trama, protagonizada pela imortal Nastasya. Nascida em 1551, acostumada a beber e sair para baladas cada vez mais loucas, ela perdeu o rumo. Suas conexões com outros imortais, interessados apenas em suas habilidades mágicas, a fazem partir em busca de um propósito. E o encontra em uma espécie de clínica de reabilitação para os de sua espécie, onde conhece um pouco mais sobre o próprio passado e cria importantes laços para o futuro. 








Rebelde sem causa: esse termo provavelmente foi criado para designar Nastasya, protagonista da trilogia de Cate Tiernan que teve seu primeiro exemplar Amada Imortal (do original Immortal beloved) lançado em agosto de 2012 pela Galera Records e desde então vem trazendo a magia da trama para a vida de cada leitor.

Nasty, como é habitualmente chamada por seus amigos imortais, é uma "garota" que aparenta ter 18 mas está prestes a completar 450 anos dos quais pelo menos 100 foram dedicados a inúmeras mudanças de visual, identidade, endereços e caráter. E é principalmente disso que se trata este primeiro livro: busca da moral, redenção e nova conduta.

Após ter visto um de seus amigos assassinar um motorista de táxi por diversão, apenas a custo de utilizar a magia de que são providos, Nastasya entra em profunda contradição, afinal a vida que leva não é a que deseja, apesar de ser absolutamente livre e dona de si ela se sente prisioneira de uma personalidade desconhecida.

Tomada pelo desconforto e por autoquestionamentos infinitos, a personagem decide partir em direção a River's Edge, uma espécie de fazenda/clínica de reabilitação da qual soube décadas antes após um acidente automotivo no qual a própria dona do local, a senhora River, fez um convite para que ela passasse uns dias em meditação no local.

River's Edge é afastado de tudo, um verdadeiro atraso de vida diante da primeira concepção de Nastasya. Os imortais que lá residem são responsáveis por plantar, colher, preparar e organizar tudo aquilo do que vão se alimentar. Todas as tarefas domésticas são igualmente divididas e nos espaços vagos entre elas há ainda aulas de utilização de magia. Tudo é tão oposto à vida de ressacas, baladas, moda, crueldades e conforto, mas ao mesmo tempo soa tão familiar, principalmente... Ele. O "Deus Viking" que Nasty ora ama, ora odeia. Reyn tem algo que ela precisa, algo que ela não suporta, algo que ela implora por saber de onde vem e do que se trata.

Apesar de ter inúmeros aspectos dos quais eu poderia falar durante horas, deixarei apenas o conselho de que leiam para descobrir o motivo de eu ter me prendido tanto. O livro que é narrado pela própria protagonista tem um humor sarcástico, algo bem jovem, irônico e é envolto por mistérios e paixões da mesma forma que é rodeado por intrigas e mudanças. Uma narrativa que vai fazer com que andem esbarrando em postes nas ruas, sonhando com Deuses de um metro e noventa e correndo loucos em busca do próximo livro, pois este primeiro termina com... Vou deixar pra vocês descobrirem!


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